Silenciosos e discretos, os cupins não transmitem doenças, mas geram prejuízos estruturais por onde passam devido à sua alimentação baseada em celulose. Eles danificam estruturas e objetos de madeira, além de poder causar desabamento do teto. Espécies comuns: cupim de madeira seca, cupim subterrâneo e cupim arborícola.
Porque o controle profissional utiliza técnicas adequadas para cada espécie, produtos específicos e tratamento direto na origem do problema, garantindo segurança e eficácia.
Assim que surgirem sinais de infestação, como madeira oca, pó semelhante a serragem, asas descartadas ou túneis aparentes. Quanto mais cedo o controle for feito, menores serão os prejuízos.
Não. Soluções caseiras geralmente não atingem o ninho principal nem a rainha, o que faz com que a infestação continue e se espalhe.
Sim. Pequenas rachaduras, furos ou frestas já são suficientes para que os cupins iniciem uma nova colônia.
Sim. Em infestações avançadas, os danos podem comprometer vigas, pilares, telhados e fundações, podendo inclusive resultar em desabamentos.
Após a formação do cupinzeiro, os operários constroem túneis internos em paredes, pisos e estruturas para alcançar novas fontes de alimento. Esses túneis podem atingir até 50 metros de extensão.
Sem controle, uma colônia pode permanecer ativa por até 15 anos no mesmo local, causando danos contínuos e progressivos.
Cupins subterrâneos preferem locais escuros e úmidos, como fundações, rodapés, paredes e solos. Já os cupins de madeira seca se instalam dentro da madeira, mesmo em ambientes com pouca umidade.
Os principais são: Cupins subterrâneos, que vivem no solo e em locais úmidos Cupins de madeira seca, que formam colônias dentro da própria madeira Ambos são altamente prejudiciais às construções.