RDC 216/2004 estabelece o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação no Brasil. Seu objetivo é garantir condições higiênico-sanitárias adequadas na manipulação, preparo, armazenamento e exposição de alimentos, prevenindo contaminações e doenças transmitidas por alimentos (DTAs).
Os problemas causados pelas pragas urbanas incluem a possibilidade de transmissão de doenças perigosas e contaminação alimentar. Nos ambientes, os danos aos sistemas elétricos, tubulações e aos móveis são os principais riscos estruturais. Além disso, podem provocar acidentes perigosos e fobias, comprometendo a segurança e o bem-estar das pessoas.
Baratas, formigas, ratos, mosquitos, moscas e cupins são as pragas mais comuns nas cidades. Outros agentes, como pombos, pulgas, carrapatos, aranhas, escorpiões e percevejos de cama, também podem infestar os ambientes.
É fundamental contratar a abordagem profissional de forma preventiva ou ao identificar os primeiros sinais de pragas urbanas no local, de modo a controlar os focos e evitar a migração para outras áreas.
A dedetização é o termo antigo para o controle de pragas urbanas em geral. É derivado do DDT, produto proibido para o controle de pragas devido aos riscos à saúde e ao meio ambiente. Contudo, como o termo é mais popular, ele ainda é utilizado. Já o Controle Integrado de Pragas é um novo termo […]
O controle de pragas é um conjunto de ações estratégicas que localizam e eliminam as colônias de pragas urbanas a partir de métodos seguros e produtos de qualidade. Promove a segurança das pessoas contra a transmissão de doenças e preserva os ambientes contra danos estruturais e prejuízos a longo prazo.
São etapas importantes para avaliar a qualidade e eficiência das medidas contra as pragas urbanas em empresas. As auditorias e inspeções funcionam como um mecanismo de verificação das normas sanitárias, estabelecidas para manter a segurança e higiene em diversos espaços.
As controladoras trabalham com protocolos por segmentos, definidos conforme o tipo de empresa e a atividade exercida. Assim, é possível escolher estratégias alinhadas às necessidades do local, garantindo eficácia e o mínimo impacto na operação durante o atendimento.
Os contratos preventivos são a solução para monitorar a área contra os focos e evitar o risco de infestações. O atendimento regular da equipe nas empresas foca na avaliação de espaços mais suscetíveis à proliferação, de modo a promover a segurança sanitária e proteção do ambiente.
A falta de controle de pragas pode prejudicar as atividades corporativas e gerar custos a longo prazo. Além das interrupções repentinas, as pragas também podem afetar materiais e equipamentos. Outro impacto relevante é o aumento do absenteísmo causado por arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, que afastam colaboradores e comprometem a produtividade e o desempenho […]